É mais fácil ser igual. É simples. Mas quando se decide seguir o coração, ainda que o caminho apresente obstáculos, tudo passa a fazer sentido!

sábado, 12 de junho de 2010

Sobre o meio tempo.

Existe um espaço entre o que somos atualmente e o que desejamos ser no futuro. Esse espaço é o meio tempo.
É no meio tempo que as coisas acontecem e se encaminham para o lugar desejado (ou não).
O meio tempo é repleto de incertezas, de medos, de noites de lágrimas. É composto de risos também e de presenças especiais.
Existe uma atmosfera mágica que circunda esse meio tempo porque nele existem todas as nossas crenças, toda a nossa essência. Podemos mentir sobre o que fomos no passado ou sobre quem queremos nos transformar no futuro, mas não há muitas possibilidades de se mentir sobre quem somos AGORA, exatamente, no meio tempo.
Mas quem pensa que esse momento é acompanhado de cansaço, se engana.
O meio tempo é um lugar de pausa, também. Aquele lugar no qual ficamos sentados pensando em como as coisas podiam ser diferentes, já!
Essa pausa faz toda a diferença.
Ela explica o abismo que existe entre o que esperamos de nós mesmos e o que os outros esperam de nós.
(Porque é sabido que as pessoas sempre esperam alguma coisa das outras)
Nossa vontade pode mover o mundo, ou apenas as nossas pernas até o desejado.
O meio tempo também ensina, que muitas vezes esse destino precisa ser adiado e que, ao invés de optarmos por um atalho, o caminho mais longo é imprescindível em determinados momentos. Porque não basta caminhar e lutar, é preciso aprender.
E é nesse momento que mais aprendemos. No meio tempo.
Antes, quase tudo é dor e sofrimento, depois as lágrimas são apenas de gratidão pela vitória. mas agora...
Bom agora, é o momento de traçar objetivos, ter um alvo, planejar, executar...
Enquanto isso...
Nesse meio tempo...
Iremos viver, apenas.

segunda-feira, 17 de maio de 2010



Férias!
Tempo de repousar e deixar as pernas para o ar.
E fazer nada.
Ou alguma coisa, desde que não fique muuuuito cansada.
A faxina, nem precisa terminar no mesmo dia.
O tempo desacelera e aprendemos a observar coisas que passam batido diariamente.
Barulho de passarinhos.
Borboletas amarelas.
Crianças indo para a escola.
Almoço com a mãe durante a semana.
Acordar tarde.
Abraçada ao amor.
Falar que amo, tantas vezes que a faça ficar cansada de ouvir.
Ver filmes.
Comprar coisas para a casa (Há sempre muuuuuitas coisas para se comprar para a casa, rs).
Almoçar as três horas da tarde e jantar... Bom, pra quê jantar?
Bom mesmo é tomar sorvete, né?
E ficar assim...
De pernas para o ar.
De sonhos para o ar...
E quando as pernas tocarem novamente o chão.
Estarão muito mais fortes para caminhar.

domingo, 2 de maio de 2010

Realidade

Há um tempo eu vim aqui para falar exatamente sobre minhas faltas como amiga.
E tomei como decisão atuar nisso nas férias...
Os problemas chegaram, o avô do meu anjo está muito doente e, em meio a hospital, transferência, médicos, medicamentos, notícias aos familiares, percebei que o telefone dela quando tocava, era porque os familiares ligaram... Poucos amigos estão por perto. Mas, tudo bem.
Mas tudo bem...

Aprendendo sempre...

Ouvindo: Lista (Oswaldo Montenegro)